a perdurar no tempo ?!...
domingo, janeiro 31, 2010
sábado, janeiro 30, 2010
espiral em circular...

Enquanto a Sylvie et Stephane percorreram os USA na sua 'van', eu estudei para um exame com muitas páginas! Enquanto conheceram os lugares pouco turísticos da Singapura e da Malásia, eu fiz o exame, "rasguei-me" e ultimei a minha viagem. Estavam eles a subir pela Tailândia, em sítios por onde passámos depois, e nós a sul da China, numa China pouco chinesa. Algures no Cambodja e o casal quase a chegar a Kanchanaburi... e sim, lá nos conhecemos e aprendemos um 'tanto ou quê' grande da vida!
Nós descemos a sul, regressámos à pátria. Eu "mudei de vida", em todos os dias que são os primeiros da minha vida, mudei de cidade, instalei-me, comecei a trabalhar, conheci caras novas, boas, surpreendi-me com caras conhecidas, a pouco e pouco esvaziei a minha lista de tarefas (que já voltei a encher) e iniciei a "odisseia ano pacífico" (assim espero). E sim, os ares agradam-me, a luz acelera a fotossíntese do meu contentamento (é prematuro falar em felicidade), as avenidas são todas minhas e ninguém sabe, ninguém me vê (a não ser que me faça sentir).
Ainda estou em pequenos passos gestores, hei-de aprender. Proponho-me a aprender! A Sylvie e o Stephane, neste tempo tão pouco e tão veloz, subiram a norte da Tailândia, descobriram o mais pobre Laos e estão por agora em Luang Prabang. Prolongaram o visto por mais 10 dias. Depois hão-de ir ao Vietname, Mongólia e China.. e só regressam ao Quebec daqui a cerca de ano e meio, mais mês, menos mês. E neste ano e meio eles olham atentamente as pessoas e os lugares, sem pressa, sem check-list, sem bilhete de avião. Eles não apanham aviões. Usam comboio e autocarro, usam a sola das sapatilhas e backpacks. Eu por cá... numa visão de tempo que voa sem pedir licença, aflição constante e insaciedade de absorver uma imensidão de sentidos, pessoas e lugares, sempre no aqui.
Nós descemos a sul, regressámos à pátria. Eu "mudei de vida", em todos os dias que são os primeiros da minha vida, mudei de cidade, instalei-me, comecei a trabalhar, conheci caras novas, boas, surpreendi-me com caras conhecidas, a pouco e pouco esvaziei a minha lista de tarefas (que já voltei a encher) e iniciei a "odisseia ano pacífico" (assim espero). E sim, os ares agradam-me, a luz acelera a fotossíntese do meu contentamento (é prematuro falar em felicidade), as avenidas são todas minhas e ninguém sabe, ninguém me vê (a não ser que me faça sentir).
Ainda estou em pequenos passos gestores, hei-de aprender. Proponho-me a aprender! A Sylvie e o Stephane, neste tempo tão pouco e tão veloz, subiram a norte da Tailândia, descobriram o mais pobre Laos e estão por agora em Luang Prabang. Prolongaram o visto por mais 10 dias. Depois hão-de ir ao Vietname, Mongólia e China.. e só regressam ao Quebec daqui a cerca de ano e meio, mais mês, menos mês. E neste ano e meio eles olham atentamente as pessoas e os lugares, sem pressa, sem check-list, sem bilhete de avião. Eles não apanham aviões. Usam comboio e autocarro, usam a sola das sapatilhas e backpacks. Eu por cá... numa visão de tempo que voa sem pedir licença, aflição constante e insaciedade de absorver uma imensidão de sentidos, pessoas e lugares, sempre no aqui.
sexta-feira, janeiro 29, 2010
quarta-feira, dezembro 23, 2009
quinta-feira, novembro 26, 2009
olhares...

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás…
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem…
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras…
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo…
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo.
(...)
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos…
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar…
(...)
FP
needles...

Eu podia escrever sobre o fim do "meu curso interminável".
Podia escrever sobre o exame para que me fui preparando durante 11 meses e que acabou por correr bem.
Podia escrever sobre os 4 meses de reflexões, introspecção, crescimento e aprendizagem em que soube ser feliz.
Podia escrever sobre o que me foi dizendo o coração e a alma, sobre as pessoas que se fizeram e fazem tão presentes.
Podia descrever a alegria e felicidade que senti ao me arrancarem pedaços de tecido em tons de branco e preto. A felicidade de estar com e entre os meus. E o sorriso, o meu sorriso autêntico e genuino. De dever e missão cumpridas. Com vocês ali, a sorriem também.
Podia escrever que estou feliz.
Mas quero escrever que hoje fui apanhar 2 couves, uma lombarda, com "um ollhinho lá no meio", outra tipo repolho. E dei comida aos gatos. Eu não gosto lá muito de gatos.
Nestes dias, antes de me sentar a não fazer nada, dou um beijinho na testa da minha avó.
E o que eu quero escrever é que, depois deste ano para o qual ainda não descobri o adjectivo certo, o que eu peço para o ano seguinte é poder dar um beijo na testa da minha avó num segundo roubado às couves, aos gatos...
quarta-feira, novembro 25, 2009
segunda-feira, novembro 02, 2009
playlists II...
"You're a sight to see this early morning
Getting lost in my own neighbourhood."
addictive...
playlists...
Lisboa que amanhece - Sérgio Godinho
Cansados vão os corpos para casa
dos ritmos imitados de outra dança
a noite finge ser
ainda uma criança
de olhos na lua
com a sua
cegueira da razão e do desejo
A noite é cega e as sombras de Lisboa
são da cidade branca a escura face
Lisboa é mãe solteira
amou como se fosse
a mais indefesa
princesa
que as trevas algum dia coroaram
Não sei se dura sempre esse teu beijo
ou apenas o que resta desta noite
o vento enfim parou
já mal o vejo
por sobre o Tejo
e já tudo pode ser tudo aquilo que parece
na Lisboa que amanhece
O Tejo que reflecte o dia à solta
à noite é prisioneiro dos olhares
ao cais dos miradouros
vão chegando dos bares
os navegantes
amantes
das teias que o amor e o fumo tecem
E o Necas que julgou que era cantora
que as dádivas da noite são eternas
mal chega a madrugada
tem que rapar as pernas
para que o dia não traia
Dietrichs que não foram nem Marlenes
Não sei se dura sempre esse teu beijo
ou apenas o que resta desta noite
o vento enfim parou
já mal o vejo
por sobre o Tejo
e já tudo pode ser tudo aquilo que parece
na Lisboa que amanhece
Em sonhos, é sabido, não se morre
aliás essa é a única vantagem
de, após o vão trabalho
o povo ir de viagem
ao sono fundo
fecundo
em glórias e terrores e venturas
E ai de quem acorda estremunhado
espreitando pela fresta a ver se é dia
a esse as ansiedades
ditam sentenças friamente ao ouvido
ruído que a noite, a seu costume, transfigura
Não sei se dura sempre esse teu beijo
ou apenas o que resta desta noite
o vento enfim parou
já mal o vejo
por sobre o Tejo
e já tudo pode ser tudo aquilo que parece
na Lisboa que amanhece
terça-feira, outubro 27, 2009
eu bem que dizia...
domingo, outubro 11, 2009
quarta-feira, setembro 23, 2009
terça-feira, setembro 15, 2009
sábado, setembro 05, 2009
quarta-feira, setembro 02, 2009
exchange...

"A título pessoal, não acho que o barómetro da felicidade passe obrigatoriamente por ter uma relação com alguém. Pelo contrário. A felicidade tem que ir para além disso. Prezo muito o saber estar sozinha e ser feliz com ou sem "um outro". Foi uma coisa para que me eduquei, algo que rezei e pensei muito e as relações que tive vieram ajudar a construir esta perspectiva.
Acho sim que pode ser mais fácil ter mais momentos de felicidade numa vida a dois, porque proporciona mais momentos de partilha a vários níveis. E uma relação traz coisas que uma “não-relação” não traz, é certo. Contudo, tendo como exemplo pessoas próximas casadas e solteiras de quem acompanho as relações, alegrias, tristezas, felicidades, frustrações de cada uma, tenho para mim (e repito) que o barómetro da felicidade não tem que passar mesmo por uma relação. De certo modo perturba-me (ou incomoda-me) esta cultura ocidental(?) do "casar e ter filhos é que é", "de outro modo vou ser frustrado e infeliz para todo o sempre", “não imagino a minha vida sem constituir família”.
Nesta perspectiva do “pavor da solidão” apercebo-me de relações “forçadas” na tentativa do "esta é que é", "é com esta pessoa que faz mesmo sentido" e depois não faz... e é um rol de relações umas a seguir às outras cada vez mais "sentidas" e cada vez mais desesperantes.
As pessoas não sabem estar sozinhas, de todo, quer fisicamente, mas principalmente emocionalmente. (Cultura ocidental outra vez?) Há um “pânico” da solidão tremendo, como se a essência e o absoluto de uma vida fosse uma outra. Acho que consigo perceber isto numa relação de 50 anos a quem tiram “tudo” quando se perde a companhia de uma vida.
E isto incomoda-me... e há dias em que não sei se é “é de mim” ou se simplesmente quero “ser diferente” e viver na ilusão de ser capaz de viver uma vida inteira sozinha e, afinal, vir a dar-me conta que não.
Mas como é que uma pessoa com bons amigos, bons laços familiares, um trabalho, uma participação activa na sociedade e uma vida de oportunidades de interagir, de se dar e receber, não consegue, por si só ser feliz ou ir sendo feliz? Ou, pelo menos, viver numa atitude de felicidade?"
"A capacidade de sobrevivência do ser humano impressiona-me! É ao mesmo tempo uma enorme força e uma enorme fraqueza. Estiveste em África, eu na minha vida já me deparei com situações extremas, há uma série de gente que escreveu sobre momentos de sofrimento absoluto. E nestas situações pessoas que vivem sem nada, pobres, sujas, doentes pestilentas, com a morte e por vezes a maldade a pairar no ar que respiram conseguem ser fortes, altruístas e gente feliz. O ser humano pode passar por todo o tipo de sofrimento, aceitá-lo e ser feliz. É uma força enorme; santos nascem da vitória sobre o sofrimento humano.
Mas esta mesma capacidade de sobrevivência pode facilmente transformar-se em resignação. Passamos por uma situação de sofrimento, que pode ser pontual ou durar um tempo indeterminado. E sofremos, ficamos deprimidos, magoados e tristes. Por vezes chegamos ao ponto de nos auto-infligirmos numa atitude masoquista de auto comiseração. Mas não morremos, acordamos um dia e já não dói tanto, noutros dias mais, mas sobrevivemos. Pior é que quando nos deparamos com nova situação semelhante à anterior, saltamos a pés juntos confundidos com os poucos momentos de felicidade extrema num mar de sofrimento inútil. Resignamo-nos ao sofrimento e alimentamo-nos dele. Pessoalmente acho que repetir erros é preguiça, é preferir viver absortos na dor ao invés de enfrentar o desafio de nos conhecermos a nos próprios e descobrir o que realmente queremos da vida.
Pequena ilação a tirar. Sofrimento é necessário ao crescimento de uma pessoa, mas completamente inútil se representar o todo dessa pessoa.
Mas não é menos verdade que só se existe no Outro. Aquele conceito abstracto que aprendemos nas aulas de filosofia e na nossa educação católica é real e verdadeiro. Precisamos do outro para nos conhecermos e uma vida isolada não é vida de todo. Portanto temos de nos dar a conhecer para nos descobrirmos e temos de arriscar a possibilidade de virmos a sofrer com este passo.
Não se cresce por sofrer mas temos de arriscar sofrimento para poder crescer.
De resto, a felicidade não passa por estar junto com alguém. Muita gente vive sozinha e feliz sem que isso seja resignação. E muita gente vive junta e infeliz e isso sim é resignação. É o velho ditado do povo, "mais vale só que mal acompanhado".
Inclusive penso que não sabe estar sozinho, não consegue viver junto.
Jesus passou quarenta dias no deserto, adolescentes indígenas são postos à prova pela tribo passando tribulações sozinhos para aprender o valor de comunidade, temos contos de crianças como Hansen e Gretel onde miúdos abandonados têm de sobreviver sem ajuda de terceiros para poder voltar a casa.
São tudo exemplos de como é necessário aprender a estar sozinho, erguermo-nos sem muletas, para depois conseguirmos viver junto ou em comunidade. É um processo de crescimento de vida. E acho que uma das coisas que se perdeu na nossa cultura ocidental tão obcecada com resultados rápidos e visíveis.
Como ocidental que sou, acho que teríamos muito a ganhar se conseguíssemos capitalizar tudo o que já alcançámos e investi-lo no futuro da sociedade a longo prazo ao invés de nos concentrarmos no imediato."
Acho sim que pode ser mais fácil ter mais momentos de felicidade numa vida a dois, porque proporciona mais momentos de partilha a vários níveis. E uma relação traz coisas que uma “não-relação” não traz, é certo. Contudo, tendo como exemplo pessoas próximas casadas e solteiras de quem acompanho as relações, alegrias, tristezas, felicidades, frustrações de cada uma, tenho para mim (e repito) que o barómetro da felicidade não tem que passar mesmo por uma relação. De certo modo perturba-me (ou incomoda-me) esta cultura ocidental(?) do "casar e ter filhos é que é", "de outro modo vou ser frustrado e infeliz para todo o sempre", “não imagino a minha vida sem constituir família”.
Nesta perspectiva do “pavor da solidão” apercebo-me de relações “forçadas” na tentativa do "esta é que é", "é com esta pessoa que faz mesmo sentido" e depois não faz... e é um rol de relações umas a seguir às outras cada vez mais "sentidas" e cada vez mais desesperantes.
As pessoas não sabem estar sozinhas, de todo, quer fisicamente, mas principalmente emocionalmente. (Cultura ocidental outra vez?) Há um “pânico” da solidão tremendo, como se a essência e o absoluto de uma vida fosse uma outra. Acho que consigo perceber isto numa relação de 50 anos a quem tiram “tudo” quando se perde a companhia de uma vida.
E isto incomoda-me... e há dias em que não sei se é “é de mim” ou se simplesmente quero “ser diferente” e viver na ilusão de ser capaz de viver uma vida inteira sozinha e, afinal, vir a dar-me conta que não.
Mas como é que uma pessoa com bons amigos, bons laços familiares, um trabalho, uma participação activa na sociedade e uma vida de oportunidades de interagir, de se dar e receber, não consegue, por si só ser feliz ou ir sendo feliz? Ou, pelo menos, viver numa atitude de felicidade?"
"A capacidade de sobrevivência do ser humano impressiona-me! É ao mesmo tempo uma enorme força e uma enorme fraqueza. Estiveste em África, eu na minha vida já me deparei com situações extremas, há uma série de gente que escreveu sobre momentos de sofrimento absoluto. E nestas situações pessoas que vivem sem nada, pobres, sujas, doentes pestilentas, com a morte e por vezes a maldade a pairar no ar que respiram conseguem ser fortes, altruístas e gente feliz. O ser humano pode passar por todo o tipo de sofrimento, aceitá-lo e ser feliz. É uma força enorme; santos nascem da vitória sobre o sofrimento humano.
Mas esta mesma capacidade de sobrevivência pode facilmente transformar-se em resignação. Passamos por uma situação de sofrimento, que pode ser pontual ou durar um tempo indeterminado. E sofremos, ficamos deprimidos, magoados e tristes. Por vezes chegamos ao ponto de nos auto-infligirmos numa atitude masoquista de auto comiseração. Mas não morremos, acordamos um dia e já não dói tanto, noutros dias mais, mas sobrevivemos. Pior é que quando nos deparamos com nova situação semelhante à anterior, saltamos a pés juntos confundidos com os poucos momentos de felicidade extrema num mar de sofrimento inútil. Resignamo-nos ao sofrimento e alimentamo-nos dele. Pessoalmente acho que repetir erros é preguiça, é preferir viver absortos na dor ao invés de enfrentar o desafio de nos conhecermos a nos próprios e descobrir o que realmente queremos da vida.
Pequena ilação a tirar. Sofrimento é necessário ao crescimento de uma pessoa, mas completamente inútil se representar o todo dessa pessoa.
Mas não é menos verdade que só se existe no Outro. Aquele conceito abstracto que aprendemos nas aulas de filosofia e na nossa educação católica é real e verdadeiro. Precisamos do outro para nos conhecermos e uma vida isolada não é vida de todo. Portanto temos de nos dar a conhecer para nos descobrirmos e temos de arriscar a possibilidade de virmos a sofrer com este passo.
Não se cresce por sofrer mas temos de arriscar sofrimento para poder crescer.
De resto, a felicidade não passa por estar junto com alguém. Muita gente vive sozinha e feliz sem que isso seja resignação. E muita gente vive junta e infeliz e isso sim é resignação. É o velho ditado do povo, "mais vale só que mal acompanhado".
Inclusive penso que não sabe estar sozinho, não consegue viver junto.
Jesus passou quarenta dias no deserto, adolescentes indígenas são postos à prova pela tribo passando tribulações sozinhos para aprender o valor de comunidade, temos contos de crianças como Hansen e Gretel onde miúdos abandonados têm de sobreviver sem ajuda de terceiros para poder voltar a casa.
São tudo exemplos de como é necessário aprender a estar sozinho, erguermo-nos sem muletas, para depois conseguirmos viver junto ou em comunidade. É um processo de crescimento de vida. E acho que uma das coisas que se perdeu na nossa cultura ocidental tão obcecada com resultados rápidos e visíveis.
Como ocidental que sou, acho que teríamos muito a ganhar se conseguíssemos capitalizar tudo o que já alcançámos e investi-lo no futuro da sociedade a longo prazo ao invés de nos concentrarmos no imediato."
terça-feira, setembro 01, 2009
ouvi por aí...

Já não sei onde, nem de quem, sei só que foi há dias que ouvi:
"Todos temos pequenos SOS's"
Fiquei a pensar nisso. E escrevi num papel.
Hoje encontrei o papel.
Ocorre-me que uma das coisas bonitas da vida é a capacidade de reinventar SOS's, sejam pessoas, coisas, desafios, apostas, atitudes.
É claro que em 30 segundos ocorrem-me vários SOS's e o giro é que tenho SOS's para situações diferentes.
Há, de facto, SOS's para todos os gostos e para todas as pessoas.
Conversar é um SOS.
Dançar é um SOS.
Cantar também.
Correr é um SOS.
Dormir é um SOS.
Escrever é um SOS.
Ir ao cinema é um SOS.
Aquele amigo é um SOS.
Aquela amiga também.
A casa é um SOS. O quarto tem dias de SOS.
Fumar é um SOS.
Aparvalhar é um SOS.
Chorar é SOS.
Passear o cão é SOS.
Mentir é um SOS. Gritar é mais.
Ir às compras...SOS.
Estudar pode ser SOS.
...
...
Os SOS são, por norma e com as devidas excepções, coisas que se gostam de fazer, coisas que dão prazer.
Graças a Deus tanto SOS. (Ah.. Deus também é SOS, mais tipo "bombeiro" para alguns..)
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