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quinta-feira, maio 12, 2016

epicrise...


1.juízo crítico e científico de uma doença e sua evolução
2.crise suplementar ou segunda crise que se segue à crise de uma doença"




Gosto de períodos de crise, da turbulência que provocam em mim. Gosto da inquietude ou inquietação, que me faz sair de mim, me desinstala e me ajuda a avançar.
Gosto de superar a minha inércia, a minha estagnação. E normalmente preciso de um abalo para que isso aconteça.
A sensação de não controlar o futuro, a percepção de que nem tudo depende de mim.. leva-me a procurar a aceitação, bem diferente da resignação. Impulsiona uma pró-actividade adormecida. 
Posso, pelo menos, mudar o que de mim depende. Isso posso. E por isso devo.
Recordar (sempre o recordar de trazer ao coração) que o melhor para mim pode não ser o óbvio, o desejado. Porque os desejos são perigosos. E confiar. Confiar. Mas tentando sempre ser "o mais".

 

quarta-feira, maio 11, 2016

insomnia...

missing home...

quinta-feira, abril 21, 2016

coming back...?

abandonei há tanto tempo que já nem sei que diga, mesmo tendo tanto por dizer...



terça-feira, dezembro 02, 2014

sábado, novembro 22, 2014

anjos na parede...


O mar.
O calor.
O céu em tons de roxo.
A zebra da savana africana.
Em breve na nossa parede.




sexta-feira, novembro 07, 2014

resiliente...?




depois da bonança vem a tempestade?

domingo, julho 27, 2014

getting used to...





cycling...

sábado, maio 24, 2014

barómetro...


domingo, maio 11, 2014

das pequenas coisas...


Uma semana em minha casa e já têm pétalas a morrer..
Não me dou com plantas.
Digo que não gosto de flores. Mas talvez as flores não gostem de mim. Porque não as mimo.
Vou tentar esforçar-me com esta planta.
Como exercício de me esforçar com o que menos empatizo. 

segunda-feira, abril 28, 2014

me, myself and I...



As primeiras All Star's fascinaram-se com as cidades europeias.
Estas escaparam a terras exóticas para se gastarem em calçada portuguesa e terra da nossa terra.
Depois destas outras virão, para contar outras histórias.
Sempre em tons de roxo.



quarta-feira, março 12, 2014

gosto mesmo...


Sol
Água (mais mar...)
Barcos

A combinação das três é um miminho!


domingo, março 09, 2014

Quaresma 2014...



Não me queixar!


quarta-feira, fevereiro 19, 2014

sunrise...




  

O poder do sol....

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

resiliência parte...




Em 2010...
... conversávamos acerca do que queríamos fazer quando fossemos grandes.
Tu dizias que não poderias escolher uma especialidade como cirurgia porque tinhas medo de não ser suficientemente bom e dedicado. Nós tínhamos vidas muito cheias de coisas boas ("distrações") que não médicas. E tu dizias-me que não conseguirias não manter essas coisas boas.
Eu, sempre muito crescida e segura de mim, dizia que não, que era possível ter a dedicação necessária, que era altura de apostar nisto e que, ainda que não fosse uma cirurgiã top poderia ser boa e dedicada o bastante...

Em 2014
... tenho-me lembrado vezes e vezes da nossa conversa. 
Em conversa com o Pe P. dizia-lhe que tinha decido em consciência (e oração) não ter "distrações" durante este período da minha vida. Porque assim poderia dedicar-me apenas e somente à minha formação (e vida pessoal, naturalmente).  Mas na verdade não sei se isso faz grande diferença...


Às vezes temos que dar ouvidos aos filhos.
As distracções não vêm  (só) de fora...
Vem tudo dar aqui...




segunda-feira, fevereiro 03, 2014

reCiclar...



Naquele sábado de aleluia, A M.C. disse em palavras aquilo que me atormentava a alma. 
E o que saiu foi assim parecido: " Não tenho nenhum dom. Não sou especialmente boa em nada. Não me destaco.. (etc). Mas descobri que sou equilibrada. Faço bem um pouco de várias coisas. Não sobressaio muito na faculdade, não sobressaio em nenhum instrumento musical, não sou a melhor em propriamente nada, mas sou boa em várias áreas. E tenho que aproveitar isso como um dom também. O meu dom não é ser brilhante em nada, mas ser equilibrada em várias coisas." 

Escolhi Medicina porque isto me ajudou a clarificar-me. Já naquela altura tinha medo e não ser uma óptima médica, de excelência! (como se pudesse só ser boa farmacêutica). Tomei consciência que não tinha perfil  para ser uma excelente investigadora nem uma médica de excelência, mas que podia ser boa farmacêutica ou boa médica, desde que conseguisse ser também boa filha, boa irmã, boa nadadora, boa cidadã, boa amiga, boa madrinha, boa a cantar... 
Não sei se foi um contentar-me em ser boa em vez de óptima, mas sei que essa resolução me deu paz. 

Reencontrei a M.C. por "ironia" (?) da vida num contexto bem mais próximo do que se adivinhava. 
E reencontro novamente esta inquietação. Já não sei se consigo ser boa nisto tudo. Se o equilíbrio é possível com vantagem para todas as partes, sem perdas... 

terça-feira, novembro 12, 2013

estados...










pre·gui·ça

 

(latim pigritia-aelentidãovagarpreguiça)
substantivo feminino
1. Propensão para não trabalhar. = MANDRIICEÓCIOVADIAGEM
2. Demora ou lentidão em agir. = VAGAR
3. Gosto de estar na camade se levantar tarde.


Não sou mandriona, tão pouco vadia.
Não costumo demorar a agir.
Gosto de estar na cama q.b.

Tenho preguiça em começar a fazer a mala.
Tenho preguiça em me deslocar para nadar.
Tenho preguiça de vir aqui escrever.

Quando acabo de fazer a mala é uma óptima sensação.
Quando vou nadar sinto-me revitalizada.
Quando escrevo sinto-me mais eu.

Se isto não é preguiça como se chama?





terça-feira, maio 14, 2013

flash...


Gosto de rever fotografias. De certo modo revivo as viagens, as sensações, os entusiasmos.
Tenho dificuldade em reter as más sensações. Entram num universo da mente, numa espécie de sótão arrumado em caixotes. Se abro um caixote rio-me e simplesmente sei que não vou querer voltar a abri-lo, mas gosto que ele ali esteja. Numa memória encriptada, cada vez mais, à medida que o tempo passa.
As fotografias não são mais que o nosso auxiliar de memória visual e do coração. Ver uma foto não chega. É preciso perceber a história que está ali registada.
Os bons fotógrafos conseguem levar-nos para dentro da fotografia sem termos lá estado.
É isso.


quarta-feira, março 20, 2013

"trialidade"...


vivo na busca inquietante deste equilíbrio...



A família: sempre. Já o disse. Repito. A família é amizade, formação, suporte, sustento.
Muitos. Gosto que sejamos muitos.

O trabalho é realização, desafio, intervenção, vivência em sociedade.
Faço o que gosto. Muito. 

O lazer são amigos, é sol,  ar puro, energia, regozijo, rejuvenescimento, enriquecimento.
Gosto de ter muitos (e bons) e amigos. E de gostar de fazer várias coisas com eles.

A gestão do tempo a distribuir a cada qual é fonte de conflito, de dúvida e ansiedade. A gestão de laços, afetos, pessoas, prioridades é, simplesmente, inquietante.


sábado, fevereiro 02, 2013

fenómenos...


Constatei que há dois fenómenos (que considero interligados entre si) que acontecem com o processo natural de crescimento-'responsabilização'-envelhecimento.


O primeiro é a nossa capacidade de adaptação às diferentes situações da vida, sejam elas favoráveis ou não, agradáveis ou não, simplesmente mudanças mais ou menos inesperadas. Na linha que separa (ou une) a resiliência da acomodação, vamo-nos gradualmente 'moldando' às adversidades, contrariedades, até atingirmos uma espécie de equilíbrio mental ou paz interior - até nos sentirmos (razoavelmente) bem conosco e com o nosso 'habitat'.
Vejamos o momento em que vivemos - temos toda uma sociedade a adaptar-se à chamada "crise". Não esquecendo as dificuldades e precariedade que algumas pessoas vivem, há uma atitude de mudança e adaptação global. As pessoas aprendem a viver com ordenados mais baixos, a centrar-se no essencial e desprender-se do mais supérfulo. Reinventam-se e constroem-se ideias numa explosão de criatividade e originalidade.
E este fenómeno acontece nas 'grandes crises' como nas pequenas, as do dia-a-dia, de casa, do trabalho, das relações.


O segundo fenómeno prende-se com um processo errático de interiorização do padrão de normalidade.
A título de exemplo: Qualquer ser humano sensato considera que trabalhar 24h seguidas ou 24h+8h ou 24h+12h (...) é absurdo (por razões várias que não preciso explicar). E quando eu era estudante também achava isso absurdo.... e quando comecei a trabalhar achava absurdo mas comecei a fazer o mesmo porque "tinha que ser", e se os mais velhos e os meus pares também faziam... agora dou por mim a achar isto normal, já não é absurdo, é assim mesmo! E quem chega de novo e não quer ser sujeito a este desgaste só pode estar na profissão errada...
É esta distorção dos padrões de referência, da normalidade, que vai acontecendo ao longo do tempo, como resultado da tal "adaptação ao meio ambiente".
E, às vezes, acontece-me já não saber o que normal ou 'aberração'...

sexta-feira, janeiro 18, 2013

racionalizar...


Não tenho jeito para fotografia.
Tenho a mania que sei cantar.
Não sei estar sempre impecável.
Não sou assim tão organizada, pragmática ou metódica.
Não tenho aquela resistência física toda. 
Tenho muitas dúvidas.
Em casa tenho repetidas vezes mau feitio.
Não sei letras de músicas nem quem as canta.
Não me empenho como às vezes faço parecer.
Sou chata.
Não cumpro parte das coisas a que me comprometo.

É isto. E mais ainda...