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terça-feira, outubro 27, 2009

eu bem que dizia...




"Lisboa é a grande vencedora dos World Travel Awards (WTA), os mais prestigiados prémios de Turismo do mundo, ao arrecadar os galardões que distinguem o Melhor Destino Europeu, o Melhor Destino para City Breaks e o Melhor Destino de Cruzeiros.
"

(...)

sábado, março 21, 2009

comunicação social...

«Lisboa, 21 Mar (Lusa) - O Bispo das Forças Armadas considerou hoje que proibir o preservativo é consentir em muitas mortes e criticou a imprensa por não aproveitar bem o poder do Papa para denunciar a corrupção em África.

"Toda a gente sabe o que é que eu penso acerca disso", afirmou D. Januário Torgal Ferreira à Agência Lusa, quando questionado sobre a sua discordância em relação ao Papa Bento XVI, que em África reiterou ser contra a utilização do preservativo, nomeadamente na luta contra a Sida.

"É claro que há circunstâncias, e do ponto de vista médico não tenho qualquer dúvida, em que proibir o preservativo é consentir na morte de muitas pessoas", acrescentou, considerando que, neste sentido, "as pessoas que estão aconselhar o Papa deveriam ser mais cultas".

D.Januário Torgal Ferreira diz-se, no entanto, muito chocado "pela leitura reducionista" e com a obsessão da comunicação social por alguns temas.

"Expliquem-me, por exemplo, porque é que os senhores jornalistas não deram destaque ao apelo do Papa contra a corrupção, lavagens de dinheiro, guerra e outras poucas-vergonhas em África?", questionou, salientando o destaque que os órgãos de comunicação social deram à proibição do uso do preservativo pelo Papa ao chegar a África, enquanto que os jornais de hoje falam da denúncia que Bento XVI fez acerca da corrupção no continente "apenas em duas ou três linhas".

O Bispo considerou que os jornalistas não souberam aproveitar "o poder que o Papa tem para falar de temas como a corrupção, interesses das grandes potências, esclavagismo, guerra e neocapitalismo de chefes de Estado".

"É altura para dizer que alguns jornalistas estão também muito mal aconselhados", considerou, salientando que "é caso para dizer também que o jogo está empatado 0-0", entre o jornalismo no caso da denúncia de corrupção e o Vaticano na proibição do preservativo.

"Quem é que levanta a voz a defender a justiça social para África? Nós portugueses fomos muito culpados da pouca-vergonha que existe em África e continuamos a sê-lo com o nosso silêncio", considerou.»




Muito bem dito. Estou farta de ouvir a comunicação social e a população em geral a cair em cima da Igreja de cada vez que se diz algo polémico. Não quero com isto dizer que concordo com as palavras do Papa ou com a excomunhão. Nem sequer que não reconheço os erros que esta instituição comete sem qualquer necessidade e disparatadamente. Mas irrita-me solenemente a facilidade e rapidez com que as pessoas criticam e apontam o dedo, a ira, impiedade, tom acusatório perante a Igreja e os seus representantes e ,na maioria das vezes, sem sequer lerem uma linha oficial sobre o assunto, sem estarem devidamente informadas, para além da notícia de rodapé, das gordas dos jornais ou do "disse que disse"! Quando é diariamente dita e escrita tanta coisa que todos deveríamos ouvir e tomar consciência. O bem que se diz, o que se promove e incentiva, os valores, a solidariedade, a preocupação para com as questões sociais são constantemente abordadas pela Igreja e ninguém louva, agradece ou enaltece.
Sociedade simplista a nossa. Como disse uma amiga minha, é o "caminho mais fácil"! Pois é, enquanto critico e censuro não preciso de me levantar do sofá para fazer algo por outrem. É mais fácil condenar as palavras do Papa que ir ao terreno insistir, explicar e alertar para as DST´s. Porque lá longe, no ecrã... nem sequer é "nada connosco"!!
E, no dia em que a Igreja deixar de alertar consciências e deixar de ter um papel activo e preventivo, principalmente nos países em vias de desenvolvimento, eu quero ver o que se dirá por aí... Deus nos livre!


sexta-feira, março 06, 2009

muy bueno...





domingo, janeiro 11, 2009

imagens...




Hoje, ao final da manhã, começou a dar uma reportagem na RTP, "Revista do ano 2008". Não pude ver, mas vi os 5 minutos iniciais, em que o José Alberto Carvalho introduziu a mesma com este vídeo. Explicou que, de entre as milhares de mensagens que circularam de boas festas, uma continha a sugestão deste mesmo vídeo, como símbolo e desejo de esperança para 2009.

Ao rever agora o vídeo no youtube, com a 'musiquinha' estilo TVI, melodramática, o impacto não foi grande, mas quando o vi pela manhã aquele minuto e meio inquietou-me, deixou-me a pensar em várias coisas ao mesmo tempo, nomeadamente na quantidade de pessoas que me "protegem constantemente do touro", e nas pessoas a quem eu protejo e protegeria também. Os "meus forcados"...

E, de facto, é um sinal de esperança, esperança nos outros, nos valores. Como já ouvi por várias vezes, de diferentes pessoas, e talvez já tenha escrito por aqui, a cidadania, a solidariedade, a amizade, a inter-ajuda, o respeito pelos outros e pelo nosso habitat, começa aqui mesmo. E se todos cumpríssemos com os nossos deveres de ser humano para com os mais próximos, o mundo não precisaria de tantas alavancas.


sábado, dezembro 13, 2008

momento cultural II...

"Em viagem com" Doutor Fernando Nobre.
















Ouvir pessoas como este senhor desinstala, desacomoda.

Não sendo possível transcrever tudo o que ouvi, fica a dica para que vão ouvi-lo quando tiverem oportunidade e que sigam o
blog.

Só dizer que viajar, conhecer, arriscar, tentar ser voluntária e solidária, faz de nós pessoas mais correctas, tolerantes, justas. Aprende-se a não julgar, a não "atirar primeiras pedras", tal qual parábola da mulher adúltera, a ouvir, a ser atenta, a respeitar, a dar valor, a compreender, a saber esperar. Cresce-se e é-se diferente, para melhor.
Quando se viaja com vontade de descobrir isso tudo, claro está. Porque há também quem viaje para dizer que viajou e pôr no currículo experiências bonitas. Mas isso vai de encontro às motivações de cada um.

E quando se aprende isso tudo e se esquece, é bom recordar :)

PS: Se "as duas doenças mais graves do mundo são a intolerância e a indiferença", tenho que me curar, pelo menos da intolerância!

momento cultural I...

Blindness
















Comecei a ler o "Ensaio sobre a cegueira", de José Saramago, há uns anos atrás, não sei precisar, mas ainda vivia em casa dos meus pais. Li até 1/3 do livro, talvez. Não fui capaz de continuar e agora percebo porquê. Como podia eu ter capacidade de entender possíveis metáforas, se ainda hoje tenho dificuldades.

I. Como me lembraram recentemente, quando alguém escreve pode simplesmente não querer dizer nada, ou querer dizer algo simples, o que está somente escrito, nas palavras exactas.
Não acho que seja o caso. Não conheço Saramago, mas parece-me que ele escreve especificamente algo, algo que quer transmitir. Aqui, precisamente, uma crítica à sociedade, à "cegueira humana". Ele próprio o afirmou em reportagens recentes.
Ainda assim, ele escreveu um livro que foi interpretado para filme por alguém e que é interpretado por quem lê e quem vê de mil maneiras diferentes.
E acho que o Saramago não se importa, desde que ponha as pessoas a pensar. E o filme consegue-o e bem. Transtorna, mexe, revolta, inquieta, incomoda. Bom!


II. Saí de lá também intrigada, a tentar perceber tudo. Duas coisas que não consegui descortinar: porquê ela, porquê uma só pessoa que nunca deixa de ver? Talvez seja o tal factor aleatório da escrita, talvez não. Ela representa, para mim, a lucidez, mas não consigo entender o objectivo, se é que há 'um' ou 'o' objectivo?!
E porquê os santos de olhos vendados? Para este detalhe não sou capaz, de todo, de arranjar uma interpretação plausível.
E o giro, é que, desde que vi o filme, já fiz várias interpretações de várias coisas, a título pessoal, a título colectivo, mais e menos abrangentes, à vida de cada um e à sociedade em geral.


III. Das coisas que mais penso em relação ao filme é que quando nos deixamos "cegar", lentamente, à nossa volta, tudo vai ficando sujo, podre, pobre. E quando voltamos a ver, é um caminho difícil voltar a "colocar tudo no lugar", limpar, arrumar, (re)arranjar. Mas é sempre uma boa sensação, essa de voltar a ver e ter nas mãos a capacidade de modificar o que está à nossa volta, em prol do nosso bem estar e dos outros. É um dom, que se torna um dever.

IV. Marcou-me também o peso que acarreta a única pessoa que vê e o quão seria mais fácil desistir, acomodar-se, "deixar de ver também". Mas ela luta até ao fim e tem uma capacidade de encaixe, de aceitação, lucidez para agir ou não agir, para reagir ou esperar. Quem vê também sofre. Ela vê, mais do que com os olhos, com o coração e a mente.

Hei-de rever o filme, talvez ler o livro, mas continuo a "meditar" sobre a tal cegueira...


quinta-feira, novembro 06, 2008

em posts "esquecidos" IV

10 de Janeiro de 2008


Já não me lembro como descobri este site.. mas lembro-me de ficar orgulhosa do meu país e desta cidade maravilhosa! O número 2 da lista!

E 2009 é sempre um bom ano para descobrir novos lugares :)
Eu já visitei alguns e valem muito a pena... mas ver todas estas sugestões faz "crescer água na boca"... o bichinho das viagens.

Espreitem, vale mesmo a pena..




quinta-feira, outubro 23, 2008

saborear...

«Manhãs. O cheiro a terra molhada. Cantar no carro. O Outono. Praia, sempre. Ligar o microfone. O gozo de ir. O prazer de estar. Ler e pensar: é isto mesmo. O que não se diz e o que tem de ser dito. O Amor. Verão. Lugares. Amigos, todos. Tinto. A bola. À mesa com quem se gosta. O mar. Chuva na janela. Chocolate. Sexo. Água fresca. Dever cumprido. Olhares que decidem. Todos os dias trazem qualquer coisa…»

Em Dias Úteis




(...) viajar, as loucuras que se cometem, a neve, abraços com sentido, rir com vontade (...)


quinta-feira, fevereiro 28, 2008

para rir..

Nilton TV







Quando:
- não há nada para fazer
- não apetece fazer nada
- apetece rir
- é mesmo preciso rir
- acordamos deprimidos
- não queremos adormecer deprimidos
- ... enfim...

É só perder um pouco de tempo a procurar os vídeos mais divertidos. Há para todos os gostos!