segunda-feira, abril 07, 2014

"o sentido da vida"...

Nunca tinha ouvido falar deste senhor. 
Com a morte dele fui pesquisar o porquê do mediatismo.







Nesta pequena pesquisa tropecei também aqui...


"Imagine life as a game in which you are juggling some five balls in the air. They are Work, Family, Health, Friends and Spirit, and you're keeping all of these in the air.
You will soon understand that work is a rubber ball. If you drop it, it will bounce back. But the four others – Family, Health, Friends and Spirit – are made of glass. If you drop one of these, it will be scuffed, nicked, damaged, even shattered. And it will never be the same.
Work efficiently during office hours and leave on time. Give proper time to your family and friends, and take a decent rest.
Value has a value only if its value is valued"
Bryan Dyson's 30-Second Speech

domingo, abril 06, 2014

summer filter...


segunda-feira, março 24, 2014

fa-mí-li-a..

O meu tio que vive no Brasil há 25 anos disse-me que o problema do Brasil (referindo-se às inúmeras dificuldades sócio-económicas) é a ausência da família como a instituição basilar da sociedade.
Não há famílias, não há valores, não há educação, não há hierarquia, não há respeito pelo outro (nomeadamente pelo mais velho) nem pela vida...

Há 30 anos atrás a sociedade maldizia e censurava os que coabitavam sem casar, as mães solteiras, os divorciados, os homossexuais, os que se afirmassem agnósticos ou ateus, todos os que de algum modo se "desviassem do conceito de família cristã".

Hoje estranhos são os que se casam, mais ainda aqueles que se comprometem com uma só pessoa para toda a vida, "ninguém estranha" as mães e os pais solteiros, os divorciados e "os meus, teus e nossos" são uma constante, os homossexuais são "quase uma moda", os que se afirmam cristãos/católicos são vistos como sendo "conservadores" .

O conceito de família mudou ...

fa·mí·li·a 
(latim familia-aeos escravos e servidores que vivem sob o mesmo tectoas pessoas de uma casa)

substantivo feminino
1. Conjunto de todos os parentes de uma pessoaeprincipalmentedos que moram com ela.
2. Conjunto formado pelos pais e pelos filhos.
3. Conjunto formado por duas pessoas ligadas pelo casamento e pelos seus eventuais descendentes.
4. Conjunto de pessoas que têm um ancestral comum.
5. Conjunto de pessoas que vivem na mesma casa.




Quanto a mim, vou constituir família... :)


quarta-feira, março 19, 2014

(in)evolução...


"Grey's Anatomy"...
Não presencio. E afirmo que não deve haver lá no sítio onde eu trabalho..
Mas na verdade talvez seja a minha desatenção ou simplesmente por não ser o mundo com que me identifico, que me faz não ver.

Incomoda-me a leviandade com que se assume a infidelidade. 
Ou a pouca convicção com que se tenta escondê-la.
Deixa-me desconfortável o comportamento estereotipado das classes.
E envergonho-me do que não compadrio sequer.

No fim de contas não consigo olhar as pessoas da mesma maneira.
Ficam na secção da "porreirice", onde cabem os vulgares.



quarta-feira, março 12, 2014

gosto mesmo...


Sol
Água (mais mar...)
Barcos

A combinação das três é um miminho!


terça-feira, março 11, 2014

apaixonada..

Esta cidade é absolutamente maravilhosa...






segunda-feira, março 10, 2014

ad continuum...


Gosto de estudar. Gosto de aprender e assimilar conhecimento.
Gosto de chegar ao hospital e pôr em prática o que leio.
Gosto de discutir e de ser confrontada a saber mais.
Ando à volta dos livros... e gosto.

domingo, março 09, 2014

Quaresma 2014...



Não me queixar!


sábado, março 08, 2014

Pessoa, o grande...



VI
Pensar em Deus é desobedecer a Deus,
Porque Deus quis que o não conhecêssemos,
Por isso se nos não mostrou...

Sejamos simples e calmos,
Como os regatos e as árvores,
E Deus amar-nos-á fazendo de nós
Belos como as árvores e os regatos,
E dar-nos-á verdor na sua primavera,

E um rio aonde ir ter quando acabemos!..


Hoje celebra-se o centenário de "O Guardador de Rebanhos".
Faz hoje 100 anos que Pessoa se sentou e escreveu. Nasceu Alberto Caiero. Nasceram os heterónimos.


sexta-feira, março 07, 2014

sons em português (II)...


António Zambujo - O Zorro

sons em português (I)...



Tiago Bettencourt e Samuel Úria - Romagem à Lapa

quarta-feira, fevereiro 19, 2014

sunrise...




  

O poder do sol....

sábado, fevereiro 08, 2014

no news...


Este blog é um gritador da minha consciência!




quinta-feira, fevereiro 06, 2014

resiliência parte...




Em 2010...
... conversávamos acerca do que queríamos fazer quando fossemos grandes.
Tu dizias que não poderias escolher uma especialidade como cirurgia porque tinhas medo de não ser suficientemente bom e dedicado. Nós tínhamos vidas muito cheias de coisas boas ("distrações") que não médicas. E tu dizias-me que não conseguirias não manter essas coisas boas.
Eu, sempre muito crescida e segura de mim, dizia que não, que era possível ter a dedicação necessária, que era altura de apostar nisto e que, ainda que não fosse uma cirurgiã top poderia ser boa e dedicada o bastante...

Em 2014
... tenho-me lembrado vezes e vezes da nossa conversa. 
Em conversa com o Pe P. dizia-lhe que tinha decido em consciência (e oração) não ter "distrações" durante este período da minha vida. Porque assim poderia dedicar-me apenas e somente à minha formação (e vida pessoal, naturalmente).  Mas na verdade não sei se isso faz grande diferença...


Às vezes temos que dar ouvidos aos filhos.
As distracções não vêm  (só) de fora...
Vem tudo dar aqui...




quarta-feira, fevereiro 05, 2014

des(ilusões)...



O sitio onde eu trabalho tinha fama de ser “a escola de Lisboa”...
Quando pude escolher o sítio onde iria formar-me e trabalhar durante 6 anos ponderei vários factores: qualidade da formação, diferenciação, carga horária… aquilo que procurava ser o melhor equilíbrio entre a qualidade profissional e pessoal.
Mas ao que parece escola está a perder qualidades de ensino.
Não sei se é fruto dos tempos ou se são os tempos fruto das pessoas...
Os senhores do topo da pirâmide têm como preocupação major a contenção de custos.
Os senhores do 2º patamar viveram um tempo tão diferente do nosso que as lentes que lhes puseram há 20 anos atrás desfocam a realidade de hoje.
O patamar antes do meu  está demasiado centrado em preservar a sua zona de conforto, assente na comodidade do 'meio da vida', que não quer ficar para trás, mas sem fazer qualquer esforço para ser motor de progresso.

Sobra a  base da pirâmide. Entre a impotência do ser o elo mais fraco e a total dependência no aprender, sentimo-nos de mãos semi-atadas..

É frustrante perceber as qualidades humanas que de desperdiçam por interesses desajustados.
Sinto que a "minha escola" corre o risco de definhar e não sei bem se vou ser arrastada nisso ou remar contra a maré...

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

reCiclar...



Naquele sábado de aleluia, A M.C. disse em palavras aquilo que me atormentava a alma. 
E o que saiu foi assim parecido: " Não tenho nenhum dom. Não sou especialmente boa em nada. Não me destaco.. (etc). Mas descobri que sou equilibrada. Faço bem um pouco de várias coisas. Não sobressaio muito na faculdade, não sobressaio em nenhum instrumento musical, não sou a melhor em propriamente nada, mas sou boa em várias áreas. E tenho que aproveitar isso como um dom também. O meu dom não é ser brilhante em nada, mas ser equilibrada em várias coisas." 

Escolhi Medicina porque isto me ajudou a clarificar-me. Já naquela altura tinha medo e não ser uma óptima médica, de excelência! (como se pudesse só ser boa farmacêutica). Tomei consciência que não tinha perfil  para ser uma excelente investigadora nem uma médica de excelência, mas que podia ser boa farmacêutica ou boa médica, desde que conseguisse ser também boa filha, boa irmã, boa nadadora, boa cidadã, boa amiga, boa madrinha, boa a cantar... 
Não sei se foi um contentar-me em ser boa em vez de óptima, mas sei que essa resolução me deu paz. 

Reencontrei a M.C. por "ironia" (?) da vida num contexto bem mais próximo do que se adivinhava. 
E reencontro novamente esta inquietação. Já não sei se consigo ser boa nisto tudo. Se o equilíbrio é possível com vantagem para todas as partes, sem perdas... 

terça-feira, novembro 12, 2013

estados...










pre·gui·ça

 

(latim pigritia-aelentidãovagarpreguiça)
substantivo feminino
1. Propensão para não trabalhar. = MANDRIICEÓCIOVADIAGEM
2. Demora ou lentidão em agir. = VAGAR
3. Gosto de estar na camade se levantar tarde.


Não sou mandriona, tão pouco vadia.
Não costumo demorar a agir.
Gosto de estar na cama q.b.

Tenho preguiça em começar a fazer a mala.
Tenho preguiça em me deslocar para nadar.
Tenho preguiça de vir aqui escrever.

Quando acabo de fazer a mala é uma óptima sensação.
Quando vou nadar sinto-me revitalizada.
Quando escrevo sinto-me mais eu.

Se isto não é preguiça como se chama?





sábado, junho 01, 2013

exciting...

terça-feira, maio 14, 2013

flash...


Gosto de rever fotografias. De certo modo revivo as viagens, as sensações, os entusiasmos.
Tenho dificuldade em reter as más sensações. Entram num universo da mente, numa espécie de sótão arrumado em caixotes. Se abro um caixote rio-me e simplesmente sei que não vou querer voltar a abri-lo, mas gosto que ele ali esteja. Numa memória encriptada, cada vez mais, à medida que o tempo passa.
As fotografias não são mais que o nosso auxiliar de memória visual e do coração. Ver uma foto não chega. É preciso perceber a história que está ali registada.
Os bons fotógrafos conseguem levar-nos para dentro da fotografia sem termos lá estado.
É isso.


segunda-feira, maio 13, 2013

memória sensorial...



Foi só há uns dias, mas não me lembro onde ouvi ou se li... não está ipsis verbis:
"O nosso Deus é sério, não ri. O Buda é descontraído, ri connosco...." (prolongou-se)
O Buda é gordo, é deitado, é sem cabeça. Na verdade o Buda tem muitos mais "rostos" que o "nosso Deus".
Na verdade em terras de Buda senti-me "zen".