terça-feira, setembro 16, 2008

chegadas...


Um auditório com muitas pessoas. Antes disso um átrio com muitos "brancos", todos "arranjadinhos", bronzeados, regressados de uma praia ou viagem qualquer. Um 'susto' mal abafado pelas palavras. Depois um senhor sabido, palavras vãs, alguns senhores a falar de si, do que não fazem e dizem acreditar. Ao outro dia uma enfermaria, muitos doentes, muitas batas brancas, muita gente já atarefada. Um balanço geral, pouco balanceado, uma tentativa de perceber o caminho certo, numa odisseia em que ninguém me perguntou se queria participar.
E tudo está escuro... lá fora e cá dentro. Assim pequeno, perdido, sigo a única linha que consigo ver.

segunda-feira, setembro 15, 2008

"ilógicas"...




Tenho vindo a pensar e a falar sobre pessoas e relações.

Há dias dei por mim a pensar que as pessoas, assim como tudo na natureza, têm papeis específicos, que não devem ser ocupados por outros.
A mãe é mãe. Por mais amiga que possa ser, tem que cumprir o seu papel de mãe, ser por vezes conselheira, por vezes alarmista, autoritária, irritante, galinha, atenta e perspicaz. Ninguém pode substituir este papel de mãe, nem as avós, ditas "mães duas vezes".

O pai é normalmente a figura mais "temida na casa". "Pede ao teu pai!; Já falaste com o teu pai?" O pai, às vezes, é mais sensato que a mãe, consegue pôr de lado o instinto maternal, que não tem, e ver com mais clareza. O pai conforta, chama à atenção, fala só com o olhar. Ninguém pode ser pai, a não ser o próprio.
O irmão/irmã depende já em si do número de filhos, da relação que os pais incutem, da diferença de idades, de sexo. Mas o irmão é o amigo das ocasiões várias, sabe alguns segredos, é protector e conselheiro. Quanto mais adulto, mais aprende e domina a sua "posição", aprende a ser paciente e a gostar mais ainda. O irmão é muito importante, porque, e de acordo com as leis naturais, quando os pais se vão, é o irmão o "pilar e a casa".
Os avós são aqueles que nos olham de cima, não percebem tudo e nem têm que perceber. Devem ser acarinhados e reconhecidos, porque, em última instância, são a base da pirâmide. Dão todos os mimos que, por "lei", não são permitidos aos pais, no decurso da boa educação dos filhos.
Os tios e primos, os próximos afectivamente, são a alegria da família, os laços descontraídos, os "pontos de abrigo". Dão número e cor, ajudam ao equilíbrio.

Os amigos, "amigos há muitos". Há os bons e os menos bons, os mais loucos e mais "certos", os mais próximos e os de momento. Os amigos nem sei... são as relações mais inconstantes. Variam com a idade, com as circunstâncias da vida, com as mudanças de cada um, com outros amigos. É difícil preservar amigos, não os conhecidos, mas os amigos. Preservar os contactos, os afectos, os pontos comuns.

Os melhores amigos também variam, com outra série de factores. Passada a adolescência não pode haver "o melhor amigo", a vida não o permite, revelaria imaturidade nas relações. Têm o papel fundamental de ouvir e ouvir, as maiores barbaridades e confidências.

O namorado/namorada é tudo o que todos estes não são e mais um pouco de cada um. Não são mãe nem pai, embora às vezes pareçam, não são só amigos, embora seja parte essencial da relação; não são os melhores amigos, caso contrário não se poderia falar do namorado/namorada aos melhores amigos.
Os conhecidos, vão e vêm... ás vezes iludimo-nos com um desconhecido, na expectativa de que possa ser um novo amigo, outras vezes surpreendemo-nos com quem à primeira vista não passava de um mero desconhecido desinteressante.


No fundo, falar de pessoas e relações não é mais do que um desperdício de tempo, meio ridículo até, pela ambiguidade e incoerência que implica, para além da falta de razão. Mas é de pessoas e de relações que vivemos, em constante mutação. Porque tudo isto faz sentido hoje para mim, nenhum sentido para ti, amanhã deixa de ser a minha realidade, passa a ser a dele... e as pessoas vão ser sempre pessoas e relacionar-se entre si, com o objectivo último e comum de se sentirem acolhidas, queridas e amadas.

terça-feira, setembro 09, 2008

3º espaço...

Eu... voltei...



Mas parte de mim...


sexta-feira, julho 18, 2008

roleta...


Sei um ninho.

E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.

Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.
E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar...

Miguel Torga


E o poema do dia é...

sexta-feira, julho 04, 2008

passado, presente e futuro...





"Everyone will be remembered and if that’s the case, you have to ask yourself: how do you want your story to go? How do you want to be remembered? By what you did for a living? What you accomplished? Or how you made people feel?

Every day’s another chance for you to decide who you want to be. A chance to challenge yourself. To be a different version of you, a braver version. A person who isn’t afraid to grab joy and take it for a spin.

Letting go is never easy because hanging on to the past feels good. But sometimes, it’s only when you let go that you can make room for the rest of your life to show up. But as hard as you think it will be to leave the old you behind sometimes when you do it’s the most alive you’ve ever felt. "

by Marin Frist at “Men In Trees"

quinta-feira, julho 03, 2008

Noite(s) dentro...

























São dias que passam
são horas que vão
são lábios que cantam
são mãos que se dão
e deixam saudades
de não ser assim
toda a vida a vida de agora



É tempo é tempo
de aprender a ser
subindo por dentro
e sempre a crescer
pisando caminhos
esquecendo talvez
o deserto de ontem sozinho




Tudo quanto penso
tudo quanto sou
é grande é imenso
é tudo o que dou
e ao dá-lo recebo
e fico maior
do que sou quando me nego




Criança era outro
cresci e esqueci
a aposta da vida
ganhei e perdi
o risco me trouxe
até ao que sou
nunca basta a vida que foi



(Hélder Ribeiro/ Judy Collins)

sexta-feira, junho 20, 2008

sensibilidade...

sem bom senso...






















not again ??

segunda-feira, junho 09, 2008

...

musicalidades...



Já é noite e o frio
está em tudo que se vê
lá fora ninguém sabe
que por dentro há vazio
porque em todos há um espaço
que por medo não se ve
onde a solidão se esquece
do que o medo não previu

Já é noite e o chão
é mais terra para nascer
a água vai escorrendo
entre as mãos a percorrer
todo o espaço entre a sombra
entre o espaço que restou
para refazer a vida
no que o medo não matou

mas onde tudo morre tudo pode renascer

em ti vejo o tempo que passou
vejo o sangue que correu
vejo a força que moveu
quando tudo parou em ti
a tempestade que não há em ti
arrastando para o teu lugar
e é em ti que vou ficar

já é dia e a sombra
está em tudo que se ve
lá fora ninguém sabe
o que a luz pode fazer
porque a noite foi tão fria
que não soube acordar
a noite foi tão dura
e difícil de sarar

mas onde tudo morre tudo pode renascer

em ti vejo o tempo que passou
vejo o sangue que correu
vejo a força que moveu
quando tudo parou em ti
a tempestade que não há em ti
arrastando para o teu lugar
e é em ti que vou ficar

eu já descobri a casa onde posso adormecer
eu já desvendei o mundo e o tempo de perder
aqui tudo é mais forte e há mais cor no céu maior
aqui tudo é tão novo tudo pode ser meu

mas onde tudo morre tudo volta a nascer

em ti vejo o tempo que passou
vejo o sangue que correu
vejo a força que moveu
quando tudo parou em ti
a tempestade que não há em ti
arrastando para o teu lugar
e é em ti que vou ficar

já é dia e a luz
está em tudo que se vê
cá dentro não se ouve
o que lá fora faz chover
na cidade que há em ti
encontrei o meu lugar
é em ti que vou ficar.




Eu não sei quantas vezes te vais matar até eu cair
Eu não sei quantas vezes vais fugir para não voltar
Eu não sei qual das fugas iguais será excepção
E talvez um dia seja eu a largar a mão

Eu quero ver quantas vezes me vais ferir até ganhar
Quero saber se o que vem te dá razões para confiar
e entender que eu te sei sarar, te sei fazer feliz

Hoje vou-te querer roubar outra vez
Hoje vou-te querer provar outra vez
Vem viajar e ficando para depois... os dois...

E ninguém te vai prometer que é para sempre a paixão
E ninguém te vai jurar que é o fim da solidão
Mas eu não te sei apagar sem que possas entender:
o que o acaso nos mostrou a razão fez esquecer...

Porque eu sei que existir ao pé de ti é bem melhor
Eu sei que depois da tempestade vem azul
Eu já sei de cor o espaço do teu corpo para mim

Hoje vou-te querer roubar outra vez
Hoje vou-te querer provar outra vez
Vem viajar e ficando para depois... os dois...

Eu não sei quantas vezes te vais matar até cair
Mas se é tão fácil escurecer e tão simples eu fugir...

Hoje vou-te querer roubar outra vez
Hoje vou-te querer provar outra vez
Vem viajar e ficando para depois,
os dois.


Gosto mesmo. De tudo.
Há mais em "O Jardim"...

terça-feira, junho 03, 2008

simples...
























Já ouvi por mais do que uma vez e por mais do que uma pessoa:

"Devemos gostar de quem gosta de nós".
Isto pode ter várias interpretações, erradas interpretações, inclusive, se ouvido fora do contexto.

As alturas em que mais me lembro desta "máxima" é quando vou a casa, quando estou com a família ou quando estou com bons amigos num bom momento de cumplicidade, de partilha, de estar...

Não sei se é certo ou não pensar assim, agir assim.
Sim, devemos gostar de quem gosta de nós, mas às vezes não gostamos. À cabeça vêm-me algumas pessoas que eu sei que têm um certo carinho por mim, que gostam de mim, me valorizam e apostam numa relação comigo... Por sua vez algumas dessas pessoas não são as pessoas com que me vejo a relacionar num futuro até já próximo, são pessoas que considero como passageiras na minha vida e eu na delas. Às vezes a vida troca-nos as voltas, é verdade.

Por outro lado há pessoas de quem eu gosto e por quem tenho grande admiração e vontade de conhecer, de ser mais próxima, e que nutrem por mim o mesmo que eu referi pelas primeiras pessoas. Mas eu desisto facilmente desse grupo, precisamente porque "devemos gostar de quem gosta de nós".

Depois há as pessoas de quem gostamos e que gostam de nós e achamos que vão ficar para a vida inteira. A vida também nos troca as voltas neste parágrafo. Mas às partida também me vêm à cabeça essas pessoas, muito poucas, mas existem.

A família, afortunada eu sou, esses sei que vão gostar sempre de mim, tal como eu sou, esteja onde estiver, aja como agir, porque eles conhecem-me e sabem até onde vou, até onde posso chegar, os limites que tenho para mim. Nunca digas nunca! É verdade. Mas eu também gosto muito deles.

Perante isto, pergunto-me, se de facto, "devemos gostar de quem gosta de nós"?
Não sei se devemos ou não, mas que quem gosta de nós nos consegue ir fazendo felizes, isso sim. E se o sentido da vida de cada um cruza as linhas da busca da felicidade.. então venham as pessoas de quem gostamos... e quem gostam de nós.


...da conversa 'roxa' de sempre.

...

segunda-feira, junho 02, 2008

E se em vez de 1 fossem 2?

A alegria de assistir ao milagre da vida que se gera... em duplicado!

domingo, junho 01, 2008

Non Studying


Afinal não é só o Entroncamento "terra de fenómenos". Em Coimbra, com suas particularidades de cidade estudantil, também se encontram alguns. Como o daquele café ali no fim da rua... Em que, no lugar visível onde costumam ser colocados os agora mais constantes "No Smoking", foi afixado um


"PROIBIDO ESTUDAR.

A Gerência"


Aos leitores incoercíveis do Harrison, adeptos de um bom pastel de nata: tentem talvez a Vénus, ou a Vasco da Gama.. ou mesmo a dos croissants.

sexta-feira, maio 30, 2008

Cartas (de amor)... quem as tem?


Uma carta é escrita só para uma pessoa. Demora muito mais tempo a escrever e a enviar do que a receber e ler. Enquanto numa conversa o tempo que leva a falar é igual ao que leva a ouvir, escrever uma carta é uma dádiva. E fica.

Miguel Esteves Cardoso



... Em tempo de Internet, quase esquecemos a emoção de ver um envelope surgir nas nossas caixas de correio, assim de destinatário escrito à mão e não remetido pela EDP ou Águas de Coimbra. Lembrar que há sempre uns CTT por perto, de "caixa aberta" em convite às nossas missivas.

quarta-feira, maio 28, 2008

utopias...?


A Declaração do Milénio, adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas, veio lançar um processo decisivo da cooperação global no século XXI. Nela foi dado um enorme impulso às questões do Desenvolvimento, com a identificação dos desafios centrais enfrentados pela Humanidade no limiar do novo milénio, e com a aprovação dos denominados Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (MDGs) pela comunidade internacional, a serem atingidos num prazo de 25 anos, nomeadamente:


  1. Erradicar a pobreza extrema e a fome

  2. Alcançar a educação primária universal

  3. Promover a igualdade do género e capacitar as mulheres

  4. Reduzir a mortalidade infantil

  5. Melhorar a saúde materna

  6. Combater o HIV/SIDA, a malária e outras doenças

  7. Assegurar a sustentabilidade ambiental

  8. Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento


Foram ainda aí estabelecidas metas quantitativas para a maioria dos objectivos, com vista a possibilitar a medição e acompanhamento dos progressos efectuados na sua concretização, ao nível global e nacional.



sábado, maio 24, 2008

versos...



















"Ainda sabemos cantar,
só a nossa voz é que mudou:
somos agora mais lentos,
mais amargos,
e um novo gesto é igual ao que passou.

Um verso já não é a maravilha,
um corpo já não é a plenitude."


Eugénio de Andrade

sexta-feira, maio 23, 2008

propósitos...


Lembro-me frequentemente e gosto muito de uma uma frase do Raúl Solnado...
"Façam o favor de ser felizes!"


Lembro-me também de um anúncio publicitário...

"Aqui vou ser feliz!"


Hoje acordei com a sensação...

"Amanhã vou ser feliz!"


E o amanhã vem depois...

quinta-feira, maio 22, 2008

senso comum...



















Ontem fui à missa. Uma missa onde estamos sentados no chão, onde se ouvem músicas que chegam ao coração, que nos amolecem a alma e onde há um espaço de partilha para quem assim o desejar. Ultimamente tem-me irritado ir lá, por duas razões. A primeira é que, embora as homilias sejam muito acertadas, concretas, objectivas e aplicadas à vida real, os senhores padres falem muito bem, e o que dizem tem sentido, soam-me a teorias "cor-de-rosa". É um optimismo que nem sempre consigo perceber, acompanhar. Não sei se é algum sentimento subconsciente de raiva, por nada do que ouço se enquadrar com o que sinto, e por isso rejeito, se é por de facto a vida não ser de todo assim. Tenho um amigo que me dizia que aquelas missas eram uma "farsa", porque transmitiam à pessoas uma ideia da vida que depois não correspondia à vida real, ao que as pessoas têm que enfrentar e ao que os próprios oradores viviam. Deixou-me sempre a pensar. Tenho a noção de que é importante receber sinais de confiança, de esperança, palavras sábias, algumas bem verdade. Mas também tenho noção de que quando saímos daquela porta tudo é diferente, nada é fácil como nos fazem parecer. Estilo "olha para o que eu digo, não olhes para o que acontece."
A segunda coisa que me me deixa inquieta, no seguimento da visão cor-de-rosa do mundo, são as partilhas da maior parte das pessoas, que me soam a "hipócritas", que mostram uma ânsia de dizer seja o que for para fugir ao silêncio, porque esse sim, pode ser revelador.
Ontem ouvi algumas coisas que registei mentalmente para tentar não me esquecer, porque as faço exactamente ao contrário e não fazem de mim uma pessoa melhor, nem me ajudam a fazer felizes os que estão à minha volta. Espero que, mais do que ouvir atentamente ou admirar o que é dito, pela maneira como é dito, as pessoas retirem de cada missa algo que lhes torne os dias melhores, no meio das dificuldades e atribulações, algo que seja motivação de seguir em frente. Os PPP: pouco, pequeno e possível.


terça-feira, maio 20, 2008

Mais uma sonhadora... por acaso.


"O acaso é a forma que Deus utiliza para comunicar connosco." E é precisamente nele que O tenho encontrado tantas vezes. Porquê sonhar precisamente hoje (e finalmente) em tons de roxo? E o acaso é a resposta, chegado por mail no momento m. Após outra chegada que veio falar a um desassossego instalado, e soprar brisas de alento para um seguir em frente. "Porque Ele escolhe os seus ajudantes".

segunda-feira, maio 19, 2008

piadética...





Quem se enquadra???

«Os "vinte", nos homens, são uma fase da vida em que se fundem, de uma forma incontrolável e quase imprevisível:
1. a constatação das nossas limitações físicas, mentais, biológicas (ou genéticas, se quiseres), culturais e de educação (o "input" durante a nossa infância, basicamente) - e simultaneamente uma luta contra estas restrições.
2. a procura de vermos satisfeitos os nossos desejos e impulsos sexuais mais selvagens e irreprimíveis (em termos práticos, vemos muitas mulheres que nos agradam / provocam, por um motivo ou por outro - não necessariamente só físico, e queremos "dominá-las" e "esgotar" este factor "desconhecimento e curiosidade", sendo a forma última dessa "possessão" a posse sexual - desculpa ser tão rude, mas os nossos instintos de reprodução controlam! depois é uma questão do quanto nos conseguimos "controlar" para os "evitar"...)
3. assunção de uma razão de ser e viver (que na maior parte das vezes tentamos relacionar e justificar, quase inconscientemente, com uma área vizinha à da nossa actividade profissional), associada à tentativa de se lutar pelos nossos objectivos "pessoais" (estes objectivos são, simplesmente, a resposta que damos à questão "Se não tivéssemos limitações de qq ordem, o que realmente gostaríamos de ter, ser e fazer?").
4. uma crescente necessidade de racionalizarmos o nosso comportamento e, em geral, do "funcionamento" de todos os detalhes deste mundo
5. a consciência entre a necessidade de se optar pelo vector variedade (+, no sentido de "festa!") e instabilidade (-, no sentido de "areias movediças") ou pelo par uniformidade (-, no sentido de "seca!") e estabilidade (+, no sentido de "protecção").
6. a tentativa de não admitirmos os (ou alguns) dos pontos anteriores.

Assim, se procurares uma justificação para o comportamento de um homem numa relação (pelo menos nesta década dos vinte, inícios de trinta), geralmente podes encontrar a resposta nos pontos 2 e 5. Também, por vezes, o ponto 3 pode desempenhar um papel (caso os objectivos de ambas as partes da relação sejam bastante distintos). O ponto 1 geralmente serve como estabilizador da relação. O ponto 4 pode entrar em jogo se a mulher tiver comportamentos demasiadamente "estranhos" (o que é bem diferente de "imprevisível"!). O 6 é a rebeldia que fica da década anterior... e é este ponto que o homem usa quando conta histórias rocambolescas à sua "companheira", tentando explicar o que se passa de "menos bom" na relação. Infelizmente, EM GERAL, são mesmos os outros pontos que mandam.»

fonte não revelada