sexta-feira, junho 15, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
domingo, junho 10, 2007
passos...

Primeiro passo
Complicamos, fazemos o fácil difícil. Somos exigentes e mesquinhos. Esperamos respostas onde não fazemos perguntas. Procuramos no escuro porque fugimos da luz com medo de nos cegar.
Nada está perdido. "No universo nada se perde, tudo se transforma".
Novos ventos, novos rumos.
Para (re)aprender a andar é preciso cair.
Estou em (des)equilibrio...
quarta-feira, junho 06, 2007
decisões...
É preciso coragem para arriscar e saber perder para aprender a ganhar.
Não sei ao certo que coragem é essa ou de que fonte vem o impulso. Enfrentar medos e ganhar coragem para "o tudo e o nada", para o que foi, o que é e o que será.
Sonhamos e alimentamos expectactivas, vindas de um lugar mais ou menos incerto, próprias da natureza humana que não se explica... nem tem que ter lógica ou racionalidade no que toca às emoções.
Somos dotados da "tal alma" que não traz livro de instruções e que difere de ser humano para ser humano. É a nossa grandeza e a nossa pequenez, a nossa salvação e "desgraça".
Somos o que somos e o tempo que perdemos não nos dá respostas..
Procuramos o desconhecido em busca da felicidade que está mesmo ao alcance do óbvio.
Procuramos porque é essência. Sonhamos porque precisamos de motivações para lutar e alcançar...
Um passo de cada vez, num caminho que muda de rumo tal como os ventos mudam de direcção. Se vamos em direcção ao farol não sei, mas que seguimos "a luz" é certo.
Não sei ao certo que coragem é essa ou de que fonte vem o impulso. Enfrentar medos e ganhar coragem para "o tudo e o nada", para o que foi, o que é e o que será.
Sonhamos e alimentamos expectactivas, vindas de um lugar mais ou menos incerto, próprias da natureza humana que não se explica... nem tem que ter lógica ou racionalidade no que toca às emoções.
Somos dotados da "tal alma" que não traz livro de instruções e que difere de ser humano para ser humano. É a nossa grandeza e a nossa pequenez, a nossa salvação e "desgraça".
Somos o que somos e o tempo que perdemos não nos dá respostas..
Procuramos o desconhecido em busca da felicidade que está mesmo ao alcance do óbvio.
Procuramos porque é essência. Sonhamos porque precisamos de motivações para lutar e alcançar...
Um passo de cada vez, num caminho que muda de rumo tal como os ventos mudam de direcção. Se vamos em direcção ao farol não sei, mas que seguimos "a luz" é certo.
"No universo nada se perde, tudo se transforma!!"
Em que nos transformamos? Em que transformamos o que somos, as nossas relações, a nossa maneira de estar?
terça-feira, junho 05, 2007
picos...
Fotossíntese :)

SOL --> contentamento!!
CO2 --> contrariedades!!!
H2O e sais minerais --> motivações!!!
O2 --> atitude!!!
Sou como as plantas!! Faço fotossíntese... preciso do sol e da água, preciso respirar calor, absorver a luz!!
Todos temos os nossos "motores", os nossos "alimentos" e as nossas "alavancas"!
Precisei do sol para arrancar, para recordar que "a vida é bela" e que vale a pena sorrir e continuar a sorrir.
Tudo vale a pena...
Todos "fazemos fotossíntese", resta perceber com quê...
quinta-feira, maio 31, 2007
trancas...
segunda-feira, maio 28, 2007
sexta-feira, maio 25, 2007
links...

"A luz que invade Lisboa derruba os meus medos e traz-me sensações guardadas há muitos tempos, quando os dias não tinham fim e as noites eram folgas que dava a mim própria a fim de descansar o corpo para novas brincadeiras. A luz que invade Lisboa traz fogo de vida à cidade, veste-a com uma cor que nenhuma outra no mundo tem, dá-lhe um encanto de menina e moça, faz de Lisboa saudade, palavra nossa, repartida de boca em boca.
Lisboa, cidade minha, cidade que roubei para amar eternamente, minha cidade. Hoje que renasces, olho-te da janela e vejo-te inteira, o Tejo, os barcos, o reflexo do sol na água, quase que ouço as conversas dos pescadores esquecidos no tempo, a azáfama das pessoas que correm, os prédios de todas as cores, as mil ruas cruzadas, o eléctrico que passa vagarosamente, o amarelo da Carris, ao longe canta-se o fado e perde-se uma vida de desgosto de amor, no céu mais azul que outros céus um avião desenha o que eu quiser ver, andorinhas voam em direcção a lugar nenhum, Lisboa, tu que assistes a tudo isto, tu que és maestro desta perfeita sinfonia, continua a deixar-te sempre invadir por esta luz triunfal, que apaga a chuva que há dias me escorria da cara, e me dá tanta vontade de viver assim, feliz – como os pescadores esquecidos no tempo, ou o eléctrico que passa, ou as andorinhas que voam em direcção a lugar nenhum... "
Lisboa, cidade minha, cidade que roubei para amar eternamente, minha cidade. Hoje que renasces, olho-te da janela e vejo-te inteira, o Tejo, os barcos, o reflexo do sol na água, quase que ouço as conversas dos pescadores esquecidos no tempo, a azáfama das pessoas que correm, os prédios de todas as cores, as mil ruas cruzadas, o eléctrico que passa vagarosamente, o amarelo da Carris, ao longe canta-se o fado e perde-se uma vida de desgosto de amor, no céu mais azul que outros céus um avião desenha o que eu quiser ver, andorinhas voam em direcção a lugar nenhum, Lisboa, tu que assistes a tudo isto, tu que és maestro desta perfeita sinfonia, continua a deixar-te sempre invadir por esta luz triunfal, que apaga a chuva que há dias me escorria da cara, e me dá tanta vontade de viver assim, feliz – como os pescadores esquecidos no tempo, ou o eléctrico que passa, ou as andorinhas que voam em direcção a lugar nenhum... "
aqui....
assim...

NÃO SAIBAS: IMAGINA...
Deixa falar o mestre, e devaneia...
A velhice é que sabe, e apenas sabe
A velhice é que sabe, e apenas sabe
Que o mar não cabe
Na poça que a inocência abre na areia.
Sonha!
Inventa um alfabeto
De ilusões...
Um á-bê-cê secreto
Um á-bê-cê secreto
Que soletres à margem das lições...
Voa pela janela
De encontro a qualquer sol que te sorri!
Asas? Não são precisas:
Vais ao colo das brisas,
Aias da fantasia...
Miguel Torga
sábado, maio 19, 2007
fotópsias...
domingo, abril 08, 2007
regressos...

Fui viajar, meio sozinha meio acompanhada.
Fui viajar e deixei a cabeça por cá, evitei ir ao interior para contemplar a natureza, deixei-me conduzir e trilhei caminhos já trilhados, ao sabor do vento e das montanhas, não fiz o meu caminho mas senti-o atravessar-se vezes demais nas falésias.
Revi passado, presente e sonhei um futuro que só naquelas montanhas tem lugar.
E agora que acabou... não trago ainda forças suficientes para continuar... Vou ver lugares com pessoas a mais, com quem falo de mais...
E o resto... ficou lá, no meu lugar sagrado...
Fui viajar e deixei a cabeça por cá, evitei ir ao interior para contemplar a natureza, deixei-me conduzir e trilhei caminhos já trilhados, ao sabor do vento e das montanhas, não fiz o meu caminho mas senti-o atravessar-se vezes demais nas falésias.
Revi passado, presente e sonhei um futuro que só naquelas montanhas tem lugar.
E agora que acabou... não trago ainda forças suficientes para continuar... Vou ver lugares com pessoas a mais, com quem falo de mais...
E o resto... ficou lá, no meu lugar sagrado...
Prazo de validade: Hoje queria ser criança!
Uma sintonia deveras paradoxa em...
sexta-feira, março 09, 2007
nympheas...

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Eugénio de Andrade
domingo, março 04, 2007
registos...
Cidade viva. Cidade encantadora. Multidões de fora, agitação nocturna.
Quartier Latin, um qualquer restaurante bem apetecível, quer nos preços quer na qualidade.
Um amigo com quem partilho, numa distância sem barreiras, a infância, a adolescência, a juventude, com quem me sento e sinto que o tempo não passou. Com quem sou eu, a mesma de sempre, com mais ou menos tempero, fruto das vivências. Revejo-me, sinto a autenticidade, o fundo, o ser e o estar que permanecem na roda viva dos tempos. Sinto-me bem. Rio como quando ríamos aos 8 anos, numa luta em jogos de crianças.
Um outro amigo, mais recente. Cheio de sabedoria, com quem se aprende e se cresce. Um amigo que faz o mundo ser pequeno e grande ao mesmo tempo. Que transmite ânsia de conhecimento. No meio das inseguranças o olhar é de quem está certo no que diz. Confiança nas palavras e nas acções.
Ganha o riso e a boa disposição. Ganham as conversas construtivas.
"Explica-me tudo sobre isso, quero saber. O que fazem vocês?"; "Nada, eles não fazem nada" ... "Sim... o que sabemos e podemos e os erros são a nossa fonte de aprendizagem".
"... mundo cor-de-rosa", o "crescimento económico", "Deus e o mundo", "o filme e a realidade", " o mundo..."
Em não mais que 5 minutos fala-se do poder das relações, de Deus ao semelhante...sai qualquer coisa como isto, que matuto até hoje... que sendo verdade não posso querer que seja mentira.
"As relações implicam sempre um elo de superioridade. Não há relações equilaterais. Um dos lados é claramente dominante. Subordinação. Cedência. Aceitação. O lado que se afirma, que tem o leme. O lado que observa. (...) (...) Sou, na minhas relações, aquele que dita a última palavra, o que decide e determina, o que sem esforços, por essência ou razões inatas, inconscientemente dita as regras. Sou, nas minhas outras relações, o que segue, o que imita, o que admira e não questiona nem discute, o que não tem argumentos válidos, mesmo podendo estar do lado do que se aproxima da razão, mas que cega pelo fascínio." (...)
Não sei ao certo as palavras usadas, estas distorcem talvez o que foi dito, mas a simplicidade de quem as disse, atrevo-me a dizer, a inocência com que foram pensadas...
Dei por mim a pensar, perante 2 amigos tão diferentes e distantes, com quem o meu percurso se cruzou apenas nesta cidade, neste restaurante, qual seria o meu papel com cada um deles...
Que tipo de relações temos nós?
Quartier Latin, um qualquer restaurante bem apetecível, quer nos preços quer na qualidade.
Um amigo com quem partilho, numa distância sem barreiras, a infância, a adolescência, a juventude, com quem me sento e sinto que o tempo não passou. Com quem sou eu, a mesma de sempre, com mais ou menos tempero, fruto das vivências. Revejo-me, sinto a autenticidade, o fundo, o ser e o estar que permanecem na roda viva dos tempos. Sinto-me bem. Rio como quando ríamos aos 8 anos, numa luta em jogos de crianças.
Um outro amigo, mais recente. Cheio de sabedoria, com quem se aprende e se cresce. Um amigo que faz o mundo ser pequeno e grande ao mesmo tempo. Que transmite ânsia de conhecimento. No meio das inseguranças o olhar é de quem está certo no que diz. Confiança nas palavras e nas acções.
Ganha o riso e a boa disposição. Ganham as conversas construtivas.
"Explica-me tudo sobre isso, quero saber. O que fazem vocês?"; "Nada, eles não fazem nada" ... "Sim... o que sabemos e podemos e os erros são a nossa fonte de aprendizagem".
"... mundo cor-de-rosa", o "crescimento económico", "Deus e o mundo", "o filme e a realidade", " o mundo..."
Em não mais que 5 minutos fala-se do poder das relações, de Deus ao semelhante...sai qualquer coisa como isto, que matuto até hoje... que sendo verdade não posso querer que seja mentira.
"As relações implicam sempre um elo de superioridade. Não há relações equilaterais. Um dos lados é claramente dominante. Subordinação. Cedência. Aceitação. O lado que se afirma, que tem o leme. O lado que observa. (...) (...) Sou, na minhas relações, aquele que dita a última palavra, o que decide e determina, o que sem esforços, por essência ou razões inatas, inconscientemente dita as regras. Sou, nas minhas outras relações, o que segue, o que imita, o que admira e não questiona nem discute, o que não tem argumentos válidos, mesmo podendo estar do lado do que se aproxima da razão, mas que cega pelo fascínio." (...)
Não sei ao certo as palavras usadas, estas distorcem talvez o que foi dito, mas a simplicidade de quem as disse, atrevo-me a dizer, a inocência com que foram pensadas...
Dei por mim a pensar, perante 2 amigos tão diferentes e distantes, com quem o meu percurso se cruzou apenas nesta cidade, neste restaurante, qual seria o meu papel com cada um deles...
Que tipo de relações temos nós?
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
sms...

«Fui ao cinema.
De cada vez que vejo um filme sobre África fico com a dita "sensação de coração apertado"... às vezes sinto que pertenço lá, mas depois acordo e os bloqueios naturais tomam conta do assunto. Era tão África, tão real em algumas coisas, tanta corrupção... sabes... nós somos mesmo diferentes, assim como os asiáticos, mas eles têm tantas carências... têm a melhor natureza terrestre...tão desvirtuada... isto deixa-me a pensar tanto... qual é o "Para quê" de tudo isto? já que o "porquê" não encontro.. Às vezes penso que todos temos pequenas missões, que tudo tem uma razão de ser, pensei nisto agora no referendo.. a deles é mesmo mais injusta que a nossa. A cruz bem mais pesada...tenho rezado um pouco todos os dias... amanhã queria acordar, não me esquecer do filme e rezar sobre isto... mas vou dormir.. a taquicardia passa, a minha vida continua, do mesmo ponto em que estava... e o mundo continua a girar, sem que eu altere os acontecimentos, porque afinal sou consciente e sei que não posso mudar o mundo!
Mas há sempre a "torre de Babel"... e o desencadear dos acontecimentos (...)»
Em directo!!
domingo, fevereiro 11, 2007
sábado, fevereiro 10, 2007
taquicardia...

Constant Gardener
Impossivel ficar indiferente.
Já tinha ouvido que era bom, mas não me tinham dito que iria (re)despertar em mim o "bichinho"...
Queria ser eu a estar ali, naquele hospital, mas a salvar vidas.
Queria ser eu a ver as cores quentes, a sentir o deserto, a sentir as pessoas.
Queria ser eu a ter uma bicicleta e andar no meio da linha.
Queria ser eu a sentir-me em casa, a desejar "ficar" naquela terra...
Ser eu ali, sem medos...
Outra vez pequenina...
Será que os milhares de pessoas que vêem filmes como este não reagem??
Eu não... continuo onde estava ontem.
Ponham-me num avião! Sozinha talvez não consiga...
domingo, janeiro 28, 2007
sexta-feira, janeiro 26, 2007
achados...
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rio
se manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rio
se manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
Eugénio de Andrade
domingo, janeiro 14, 2007
lembranças...

É bom (re)ouvirmos coisas que já ouvimos em tempos, porque é fácil esquecermo-nos de pequenas "lições" que vamos aprendendo, pequenas "dicas", que de tão pequenas e simples têm um grande impacto em nós, numa mudança de atitudes discreta mas importante.
Curiosamente, quando há dias pensava nas nossas vulnerabilidades, esqueci-me da que talvez nos deixe mais vulneráveis e que, por isso, fugimos frequentemente a ela.
Dizia alguém mais sábio que eu, não que fosse um discurso inovador, que é mais fácil ao homem amar do que abrir o coração para se deixar amar. Precisamente porque quando nos deixamos amar isso nos torna vulneráveis.
O envolvimento que pomos nas relações varia na medida em que nos damos e nos deixamos descobrir, porque é tão importante o dar como o permitir receber.
É importante conhecer e deixarmo-nos conhecer.
As fraquezas estão sempre dos dois lados, os medos não podem ser barreiras.
O risco que corremos quando nos expomos perante alguém é alto, mas o que ganhamos na entrega pode ser ainda maior.
Dar com gratuidade e receber com humildade.
Em qualquer relação, desde a mais óbvia à menos esperada.
quinta-feira, janeiro 11, 2007
decisões...

Decidir não é fácil.
Decidir quando não sabemos ao certo quais as consequências da decisão é ainda pior.
Decidir sem ter a certeza de que nos vamos arrepender, de que é a decisão certa... complicado.
As decisões podem não ter implicações ou podem mudar o rumo das coisas.
As decisões podem deixar marcas, podem interferir negativa ou positivamente com muitas coisas, pessoas, relações, comunidades.
A decisão pode ser de cada um, de dois ou de todos.
Decidir não é fácil, mas é possível. E revela maturidade quando a decisão é bem pensada, bem discernida.
Se for necessário ouvir quem mais sabe, ouça-se. Se por preciso escutar opiniões diversas, escute-se. Se for preciso dar espaço ao coração, dê-se. E se for preciso não se decidir sozinho, procure-se...
Importante é avaliar não "qual é o mal", mas sim "qual é o maior bem". E decidir com critérios, princípios, valores. Decidir com sinceridade e tendo em conta as circunstâncias, as situações, os envolventes.
Se a decisão for bem tomada, deixa um rasto de tranquilidade...
Uma já está!!!
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